<em>Daimler</em> vende <em>Chrysler</em>
O grupo alemão DaimlerChrysler vendeu a sua filial norte-americana Chrysler ao fundo de investimento Cerberus Capital Managemant pelo valor de 5 500 milhões de euros. O negócio prevê a alienação de 80,1 por cento da marca americana, ficando os restantes 19,9 na posse do construtor automóvel germânico.
Caso seja aprovada pelas entidades da concorrência, a transacção poderá ser fechada no terceiro trimestre deste ano, segundo anunciaram, na segunda-feira, 14, os responsáveis do grupo, garantindo que serão mantidos todos os compromissos financeiros relativos às pensões e custos de segurança social dos trabalhadores.
No entanto, para o presidente do sindicato United Auto Workers (UAW) estas garantias não são suficientes. Ron Gettelfinger voltou a manifestar a sua preocupação quanto ao futuro dos trabalhadores da empresa.
O futuro da Chrysler foi posto em causa em 14 de Fevereiro último, quando a multinacional germânico-americana anunciou que «todas as opções estavam em aberto».
A Chrysler registou prejuízos de 1 100 milhões de euros no ano passado e encontra-se mergulhada num profundo processo de reestruturação, que prevê a eliminação de 13 mil postos de trabalho nos Estados Unidos e Canadá, o encerramento de uma fábrica e a redução da capacidade de produção em 400 mil viaturas.
Caso seja aprovada pelas entidades da concorrência, a transacção poderá ser fechada no terceiro trimestre deste ano, segundo anunciaram, na segunda-feira, 14, os responsáveis do grupo, garantindo que serão mantidos todos os compromissos financeiros relativos às pensões e custos de segurança social dos trabalhadores.
No entanto, para o presidente do sindicato United Auto Workers (UAW) estas garantias não são suficientes. Ron Gettelfinger voltou a manifestar a sua preocupação quanto ao futuro dos trabalhadores da empresa.
O futuro da Chrysler foi posto em causa em 14 de Fevereiro último, quando a multinacional germânico-americana anunciou que «todas as opções estavam em aberto».
A Chrysler registou prejuízos de 1 100 milhões de euros no ano passado e encontra-se mergulhada num profundo processo de reestruturação, que prevê a eliminação de 13 mil postos de trabalho nos Estados Unidos e Canadá, o encerramento de uma fábrica e a redução da capacidade de produção em 400 mil viaturas.